terça-feira, 22 de maio de 2007

Sem assunto, sem paciência, sem vontade de blogar ou ficar na net!
Vou aproveitar o frio e se o Enzo deixar, fazer algo que gosto muito.
Dormir, dormir, dormir...

quinta-feira, 17 de maio de 2007


Música: Mr. Sandman
Autor: The Chordettes
Intérprete: Blind Guardian

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Dia das Mães

Nem tudo são flores.. Mas em geral foi ótimo, segundo ano com o Gustavo e primeiro com o Enzo, regado com muito beijinho e carinho do meu mozão, e isso é o que importa..
Problema é que sou estressada de natureza, tudo bem..tudo bem, águas passadas....
Hoje estou animada, depois de ser acordada com os berros do Enzo por causa de uma crise de tosse e nada fazia ele para de chorar, surtei por uns 5 segundos (putz é sério, essas crises de tosse é um saco), por não poder fazer nada para ajudar e nem conseguir me acalmar, então o Robson (meu mozão), o pegou e conseguiu acalmar o menino, dormi mais um pouquinho, álias adoro dormir e faço tão pouco, acordei e lembrei que amanhã meu pequeno fará 6 meses. Passando rápido, mas isso vou deixar para comentar no blog do Gu e do Enzo amanhã..
Quem assistiu o fantástico ontem deve ter visto a matéria do Dr. Bactéria, falando sobre cuidados com crianças, higiêne, coisa e tal.Achei bem curtinha a matéria, pensei que seria maior e com mais neuras, mas muito pelo contrário, quando se é mãe de primeira viagem temos tantas neuras, digo isso por mim e por amigas que conheço, hoje já estou bem mais relaxada e sem grilos e também já não sou mais mãe de primeira viagem, né? Vou deixar aqui o link para quem não assistiu e queria ver blog Cuidados impotantes com a Criança.

Até mais...

quinta-feira, 10 de maio de 2007


Sobre a complexidade de ser mãe

Olhando à distância, o Dia das Mães é sempre igual: filas nos restaurantes e nas floriculturas, publicidades que exploram o culto à figura materna, shoppings superlotados, festinhas na escola, cartões e presentes criados pelos filhos com orientação dos professores, almoços familiares etc. Olhando mais de perto, entretanto, a história é bem diferente.

A comemoração nos restaurantes costuma provocar dissabores às mães e aos filhos, as publicidades são
romanticamente irreais, os shoppings só querem mesmo é faturar e as festinhas nas escolas, tanto quanto os presentinhos e cartões que a escola finge que foram os filhos que fizeram, pretendem homenagear a educadora primeira de seus alunos que, no entanto, nem sempre é respeitada pelos professores. Vamos, então, aproveitar a deixa desse dia para refletir um pouco sobre o papel de mãe no mundo atual.

Até algumas décadas atrás, tal função se constituía em um pacote que era conhecido pela maioria das pessoas de nossa sociedade. Ao tornar-se mãe, a mulher idealizava o que a esperava e o que lhe seria exigido: cuidar do filho física e emocionalmente, humanizá-lo nas relações sociais, cultivar as virtudes e a moral, reprimir determinados comportamentos, orientá-lo para enfrentar seu futuro e, depois de tanto, perdê-lo.

Digamos que o figurino de mãe fosse tamanho único e que mulheres muito diferentes precisassem se ajustar a ele. Com as mudanças velozes que ocorreram no mundo, as referências entraram em crise e ser mãe, hoje, nesse período de transição, tornou-se muito complexo.

O modelo tamanho único já não existe mais, a não ser como experiência passada praticada pelas mães das
mulheres que já são mães também. A experiência de vida acumulada tem sido, portanto, negada. Nenhuma mãe quer ser igual à mãe que teve. Trata-se de construir um novo modelo em um período em que é bem difícil compartilhar idéias e experiências e estabelecer consensos sociais. Cada mãe tem à sua frente a tarefa de criar diariamente o seu papel. E isso em meio a muito barulho.

Há, por exemplo, a delegação social de um poder imenso às mães. Provas disso são o expressivo número de mulheres que têm filhos independentemente de o parceiro querer e/ou poder acompanhar o crescimento do filho e o grande número de separações em que a mãe, por motivos diversos, segue sozinha com a responsabilidade de formar os filhos. Carga pesada para mães e para filhos.

Há também uma exagerada imposição de que a mãe proteja seus filhos a qualquer custo -que costuma ser alto para mães e filhos- das vicissitudes da vida e de suas carências e frustrações. Isso sem falar da demanda de preparar o filho para enfrentar o competitivo mercado de trabalho, o que em geral é traduzido em rechear a agenda dos mais novos com múltiplas atividades e buscar escolas que prometem colocar seus alunos em determinadas faculdades.

E as responsabilidades apontadas que se transformam em culpas pelos caminhos tomados pelos filhos? E a
necessidade de atender aos apelos de consumo de bens e de comportamentos e atitudes para que os filhos não se sintam "diferentes" de seus pares e não sejam, portanto, discriminados ou excluídos? E poderíamos aumentar muito essa lista.

O fato é que vivemos um momento privilegiado: as mães têm condições no mundo atual de criar seu papel de modo a poder melhor se ajustarem a ele e, assim, a colaborar mais positivamente com o desenvolvimento e o crescimento de cada um dos filhos. Mas, para tanto, é preciso enfrentar com coragem o emaranhado de questões impositivas que diariamente pretendem determinar omodo de exercer seu papel.

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu

Filho?" (ed. Publifolha)


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Feliz Dia das Mães!!!












quarta-feira, 9 de maio de 2007

Estreando..

Primeiramente obrigada Sela, pelo lindo layout que vc preparou para mim, ameiii.. Incrível a Sela acertou de primeira, não o problema não é ela, sou eu que sou muito, mas muito enjoada, mas com seu bom gosto me fez apaixonar por esse layout
Alguns mais observadores irão achar que não tem nada haver o layout com o endereço do blog, né? É verdade... Não tem nada haver mesmo, (tomates com chocolate!?), mas eu não quero mudar o nome do blog e adorei o lay, então ficará assim mesmo.
Ahh viram que linda declaração , pedi para meu mozão fazer meu perfil sob o ponto de vista dele e ele só deixou eu ver quando a Sela terminasse, adorei lindo e ele tem razão qndo diz que sou cri - cri de vez em quando sou mesmo, hehe
Mozão te amo muito!!
Por enquanto é só..
bjs